mais uma vez caio no inevitável do meu ser. olhando estático a mesma parede que venho sujando com minha existência a algum tempo. é nos momentos de domingo que me sinto mais frágil. sofro da depressão de domingo a noite. a solidão jamais combinou com o gosto do cabo de guarda-chuva na boca. sinto a dor de ter me mudado a pouco mais de um ano e ter abandonado o meu cantinho, a pedra na qual sentava para olhar o mar e sentir o vento bater no rosto. era o piegas do meu ser na sua manifestação mais poética. poesia que por sinal esqueço de tempos em tempos. é preciso um domingo a noite para me lembrar dela.
domingo, 28 de novembro de 2010
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