depois da queda o coice.
eu vos digo que não é
preciso cair para ser
atingido por dor qualquer.
eu queria construir um
soneto, inspirado nos seus
barrocos e na minha lírica
desregrada de moleque.
em seis versos, não
tenho o que dizer de
bom sobre você.
ou em três, explicar
mais uma crise da
existência do meu ser.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
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Um comentário:
Ehh poesia existencialista! hehehehe!
Hum, Barroco é?
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